segunda-feira, 10 de junho de 2013


Pensamento do dia 10-06-2013

TERCEIRIZAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO

A terceirização das atividades internas do Serviço Público brasileiro foi outra forma que os “desmanteladores da estrutura do Estado” (1) acharam para tirar dinheiro dos contribuintes sem ficar presos a uma estrutura onerosa que normalmente envolve as conhecidas (privatarias) privatizações brasileiras. As terceirizações têm trazido sérios danos (materiais e morais) ao Erário Público brasileiro, na maioria deles não revelados. O primeiro deles é o alto custo de “um trabalhador” com salários na faixa de R$ 800,00 que pode custar ao Estado por volta de R$ 2.500,00, ou seja, um acréscimo de mais de 200% (duzentos) por cento. A maioria destas empresas são as que mais entulham a Justiça do Trabalho, já que ficam com grandes encargos de valores não repassados, todavia, muitas vezes, não solvem nem ao Governo (imposto, encargos trabalhistas, sociais, previdenciários etc.), nem tampouco ao próprio trabalhador, além de “se esfumarem” no mercado, quando neste caso o Estado fica preso à “solidariedade jurídica” para solvência do ônus. Em face da promiscuidade entre o Estado e os interesses privados acaba que uma única empresa açambarca várias Secretarias, Diretorias, Departamentos etc. do Serviço Público estabelecendo uma “cartelização ao contrário”, claro que com a “devida colaboração e subserviência” dos políticos e dos “lobbies” que estão lá p’ra isso., além de alijar uma "saudável competividade". Essas “malfadadas terceirizações” traz ainda um grande “componente de ordem social negativa”, já que muitas vezes pessoas simples de boa formação moral ficam por anos trabalhando e servindo um mesmo Setor, onde fazem amizades de qualidade e bons laços afetivos, são obrigadas a serem afastadas de forma traumáticas causando profundas comoções sentimentais. Eta! Brazilzão (com “z”) toma jeito p’ra não ser engolido pelo “monstro de um futuro incerto”! (Veronesi,I.)        

 
(1)     São os neoliberais capitalistas tupiniquins.

domingo, 9 de junho de 2013


PENSAMENTO DO DIA

Em 08-06-2013

DONALD RUMSFELD – DUAS FACES DE UMA FARSA

Enquanto de um lado o Sr. Rumsfeld preparava um “plano diabólico” para exterminar milhões de pessoas no Iraque (1), sob as alegações infundadas de aquele país desenvolvia arsenal nuclear, possuíam armas químicas e por último de que Sadam Hussein era um ditador sanguinário, respectivamente, para justificar um ataque genocida, de outro o mesmo preparava outro plano desenvolvendo um vírus mortal da gripe suína – o tão conhecido H1N1(2). No primeiro caso, os USA visavam o petróleo dos países árabes, enfraquecer sua coesão que nunca foi boa e manter uma posição estratégica no Oriente Médio, além, é claro de melhorar o faturamento das empresas norte-americanas de fabricação bélica. Agora, pós Rumsfeld, a “cúpula satânica imperialista” arquitetam derrubar os governos de países árabes através dos bem pagos “rebeldes”, que na verdade nada mais são do que os velhos e conhecidos mercenários. No segundo, a cúpula suprapartidária de domínio da política norte-americana quis dar uma recompensa àquele Ex-secretário de Defesa, já que o mesmo saia do Governo Bush com uma imagem um pouco arranhada.        

 

(1)   Donald Henry Rumsfeld (Evanston, Illinois, 9 de Julho de 1932) é um político norte-americano, ex-secretário da Defesa dos Estados Unidos, tendo exercido o cargo de 20 de Janeiro de 2001 a 8 de Novembro de 2006, sob o governo do Presidente George W. Bush. Em 2001, Donald Rumsfeld, desta vez por iniciativa de George W. Bush foi de novo nomeado Secretário da Defesa. Tornou-se responsável pela planificação de uma nova estratégia militar norte-americana para o século XXI. No dia 8 de Novembro de 2006, Rumsfeld demitiu-se da Administração Bush, culpando-se pela grande derrota que o Partido Republicano teve nas eleições primárias do dia anterior. Em 25 de Novembro de 2006, Janis Karpinski, ex-general, responsável pela prisão iraquiana de Abu Ghraib entre julho e novembro de 2003, afirmou que foi o ex-secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, quem autorizou as torturas de presos no Iraque. Ver em http://pt.wikipedia.org/wiki/Donald_Rumsfeld

               (2)  http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?tid=5343371003436879595&cmm=4233306&hl=pt-BR

terça-feira, 4 de junho de 2013


Pensamento do dia 03-06-2013
 
UM GOLPE NA EMPREGABILIDADE UNIVERSAL
 
Que a empregabilidade universal há tempos vem padecendo de séria enfermidade, talvez incurável, do modelo econômico/social adredemente conduzido, disto os pensadores percucientes já o sabiam! Todavia, de vez em quando, desavisadamente “a mídia” escorrega e “mostra graciosamente” ao povo que o atraso é bem mais intenso do que se imaginava! A “maior rede” de Televisão, por seu programa da manhã de hoje da conhecida gastrolatra entrou num sensível tema social da empregabilidade. Em outras palavras, o programa, como se fosse um pequeno probleminha social, estava entrevistando na rua e em gabinetes um grande número de “gestores de Recursos Humanos” para saber como se faz no país o recrutamento de pessoas para as mais variadas funções e cargos, claro que da iniciativa privada.  A constatação foi aterradora ao saber que a maioria esmagadora o faz através do mesmo “jeitinho brasileiro”, ou seja, pela via do conhecido Q.I., isto é, não do “quociente de inteligência” e sim de “quem indica”. E ainda alguns responsáveis pelo setor RH afirmaram acreditar que sic “assim é muito mais seguro”. Agora eu pergunto, seguro em que? Será que é para não correr o risco de recrutar uma pessoa com antecedentes criminais e/ou com vícios graves como o das drogas pesadas? E ainda fui obrigado a ouvir da interlocutora que sic “o Q.I. é um poderoso instrumento de recrutamento de pessoas, mais do que muita gente pensa”! Em que mundo nós estamos?! Será que “o sistema do mérito” ou a meritocracia” como idealizou o Prof. Belmiro Siqueira (1)  foi apenas um fugaz sonho dos justos “para encenar” que o mundo precisaria crescer em sabedoria e espiritualidade? Será que isto em termos sociais é um das razões por que alguns deputados tentar alijar o concurso da Administração Pública do já conspurcado Estado brasileiro? Mas, afinal, onde está a verdadeira causa das “grandes enfermidades sociais”? Está justamente nas “causas primeiras”. Se o mercado de trabalho brasileiro tivesse se desenvolvido juntamente com outras sólidas bases sociais, os ímprobos não precisaria hoje estar arquitetando condições para que, paliativamente, pudesse conseguir solucionar os graves problemas da empregabilidade, todavia para seus grupos de apaniguados. Ora, se os dirigentes deste país, desde os tempos pré-imperiais tivesse desenvolvido um país com bases sólidas na educação de base, na infraestrutura residencial de qualidade, na assistência integral à saúde, ao saneamento básico etc., teriam hoje, inevitavelmente, ambiente propício ao desenvolvimento de um mercado de trabalho sem as mazelas que temos hoje. (Veronesi, I. (2))
 
(1)   Atuou na área federal; foi funcionário de carreira, aprovado sempre em primeiro lugar em seleções a que se submeteu, inicialmente como assistente administrativo e técnico de administração, denominação primeira do que é hoje o administrador. No DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público) ocupou vários cargos, dentre eles o de diretor geral nos anos de 1967 e 1968. Na área estadual foi assessor/consultor de vários governos, com destaque para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de diretor da Escola de Serviço Público do então Estado da Guanabara (1966). Foi colunista de vários jornais, sempre escrevendo sobre assuntos ligados à sua área de atuação. Autor de vários trabalhos sobre administração foi professor em várias faculdades. No Conselho Federal de Administração (CFA) foi eleito Conselheiro Federal em 1977 e, assim que assumiu, foi levado pelos seus pares a vice-presidência, permanecendo até 1987, ano de seu falecimento. Na ocasião, encontrava-se no exercício do cargo de presidente do CFA.
(2)  Veronesi, Ivan, além de ser um humilde pensador, também é Tributarista, Auditor Fiscal de Tributos aposentado, Professor, Bacharel em Sociologia e Administração Pública, Contador, Professor de nível médio e superior com Licenciatura Plena e pós-graduado em Administração Pública, com ênfase em Administração Tributária Municipal.  

domingo, 2 de junho de 2013



A COMPOSIÇÃO POLÍTICA DO CONGRESSO BRASILEIRO
 
- Os agentes do capital (interno e/ou externo) e corruptos, ambos trabalhando contra o país, já que lá estão a serviço dos próprios interesses, quando se locupletam com a desgraça da nação;
 
- Inocentes úteis e idealistas, ambos se esforçando para perseguir aquilo que ilusoriamente considera como meta honesta, sendo os primeiros de imediato conduzidos pelas “cobras criadas” e os segundos com o tempo, diante de uma “visão inócua” do futuro passarão a fazer parte das “marias vão com as outras”.
 
- Os “vivaldinos do jogral social” que embora sem nenhuma formação acadêmica (ensino fundamental, colégio e/ou universitário), vivem num universo permitido pelo “modelo”, valendo-se de habilidades corporais e da comicidade, sendo eleitos pelo povo na “esperança de mudanças sociais” ou como “votos de protesto”. A propósito vocês se lembram da eleição do “Cacareco” do zoológico do Rio? Pois é, o mesmo foi eleito! Pode!?
 
- Os conspícuos de sólida formação moral, ética, saber e cultura, constituindo uma minúscula minoria; são guindados a cargos eletivos em face de uma sociedade esperançosa de mudança e lá ficam no máximo durante um mandato, desistindo da permanência na “política” por uma “dura seleção natural” do meio.
 
E o “povão” como fica? Ficando! Apenas há uma esperança. Se com o passar das décadas e até séculos, aquele resquício do bem  conseguir provar que a verdadeira senda do planeta terá que ser esta, então já temos aí um  “fio de esperança”.  (Veronesi, I. – um simples pensador – Ah! Se não existisse a “internet”.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

PENSAMENTOS DO DIA...


Pensamento do dia 05-05-2013

A SALVAÇÃO DA MOBILIDADE DO BRASIL

Senhores governantes dos países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos, ouçam a voz do “bom senso” ou da boa intenção! O planeta não suporta mais a poluição de milhares e até bilhões de escapamento de veículos individuais emitindo gazes poluentes à atmosfera, em especial dos grandes caminhões e carretas circulando pelas péssimas rodovias destes países e entremeando às malfadadas Regiões Metropolitanas de inspiração seculares lusitanas. A mobilidade via rodovias é cara e perigosa também às cargas pesadas, pois a cada dia que passa o tempo se esgota para ampliações delongadas trazendo fretes que chegam há mais de 60% (sessenta) por cento do custo dos produtos. Basta de prestigiar grandes empreiteiras e fornecedores de matérias primas para este modelo viário esgotado e altamente catastrófico! O Brasil, por exemplo, é rico em grandes e médios rios que podem se transformar em ótimas hidrovias e se acoplarem aos traçados ferroviários bem distribuídos em nosso continente. O Brasil pode facilmente integrar os rios navegáveis norte/sul simplesmente com eclusas, quando necessárias e daí às ferrovias. A cidade de São Paulo, p. ex., já virou um caos urbano, em especial quando das inundações e acidentes urbanos; se a grande região metropolitana desta cidade possuísse um sistema de mobilidade composta de linhas de metrô, trens aéreos urbanos suportados nas ruas e avenidas em robustas colunas de concreto e trens elétricos de periferia norte/sul e leste/oeste, modernos, rápidos e confortáveis, a cidade não teria hoje os gargalos de trânsito exasperantes que o hoje é rotina. Fechem-se imediatamente as grandes montadoras de veículos para venda no mercado interno e mande toda sua produção, mediante financiamento, para países que estão “iniciando seu erro” na amarga experiência da Matriz Viária. O Paraná, por exemplo, neste momento está investindo bilhões de reais em reparos e ampliação da malha rodoviária do Estado, todavia, por questões políticas escusas não se houve falar em reparar e melhorar a Ferroeste[1] que vai ao momento até a cidade de Cascavel (PR). Não existe erro de governantes em matéria de projetos; não precisa ser engenheiros de sistemas viários para discernir qual é o melhor opção para escoar grandes safras e promover o transporte de produtos pesados; os desvios e desmandos são conscientes e intencionados[2]. É passada a hora de a sociedade brasileira intervir em todos os projetos, ações e obras do Estado, em especial os(as) grandes através das mentes lúcidas que visem o bem estar no futuro das novas gerações. Um Estado “politicamente bem organizado” deve ver o homem como centro de suas atividades fins e não as econômicas como sói acontecer. Agora, a discussão é se deve ser feriado nos dias de jogos da Copa do Mundo, já que o fluxo de pessoas querendo circular para ver os jogos e mais o povo que vai ao trabalho via promover um gargalo insolúvel na área metropolitana. É isto aí, governantes mal intencionados e ainda mancomunados com os que se dizem “experts” (engenheiros urbanistas!) em modelos viários condenaram o país a uma imobilidade criminosa. Não existe outra saída há não ser promover feriados em todos os dias dos jogos. E aí em vou pescar, já que não sou louco de ficar “dando sopa” nas ruas da cidade para ser atropelado por um alcoólatra ou sofrer um assalto seguido de morte!

 
Pensamento do dia 28-05-2013

ONDE ESTÁ O PODER DO POVO!?

O Estado brasileiro é o exemplo mais prolífico de imoralidades “disfarçada”, num autêntico jogo do “toma lá e da cá” entre os chamados Poderes, que o saudoso Montesquieu um dia idealizou. Gastar somas imensas de publicidades e propagandas para dizer que a água que consumimos é de boa qualidade é de uma improbidade à toda prova.  Mandar aprovar um aumento aos sofridos servidores que ganham em média um pouco mais que um SM para pagar em duas parcelas, para depois voltar atrás, para mandar pagar em uma parcela, já atrasado, pois em “Folha Suplementar” passou longe de uma atitude de ESTADISTA! Onde estão os prejuízos sociais dos desgastes psicológicos da categoria, das passeatas, das greves tão justas, dos dias parados, que estranha e injustamente os ônus negativos ficam para o trabalhador. O Governador vai ser punido pelo enorme prejuízo moral sofrido pela Categoria do Servidor Público? Não? Porque não? Por que não mudamos a CE (constituição estadual) para colocar que os cargos de Conselheiros e Auditores do Tribunal de Contas do Estado só podem ser preenchidos por Concursos Públicos (sérios!) de provas, títulos e obras produzidos? Você sabia que no Estado do Paraná tivemos como Presidente do Tribunal jogadores de futebol, fazendeiros, gerentes de bancos, traficantes e até pistoleiros, menos um cidadão com ilibada reputação e notório saber jurídico? Chora “cidadão” brasileiro... chora sangue! Mas um dia tão próximo, “levanta a cabeça” e vira “este mal fadado jogo”, pois este Brasil (com “s”) varonil não aguenta mais!

(Veronesi, I.)

 
Pensamento de 28-05-2013

 AS SUTILEZAS DA PERCEPÇÃO POLÍTICA

 Ao levar em conta negociações de grande monta financeiro/econômica, em que quase sempre “o governo perde”, carrear para classes pobres “alguns trocados” para minimizar a fome e a miséria, não representa nenhuma preocupação ao Capital interno e externo. Agora, se isso se der ao contrário, em face de um Governo de sólida formação política voltada para os benefícios globais de sua população, pode esperar que “forças ocultas” mui conhecidas, aliadas às mídias nacional e internacional e aos políticos lesas-pátrias, vão aparecer com uma virulência quase sempre de alta intensidade. (Veronesi, I.)  

 
Pensamento do dia 29-05-2013

 OS RECURSOS HUMANOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

 “Na Administração Pública brasileira, a predominância é de gestores, já que ADMINISTRADORES são os comprometidos com a Ciência da Administração.” (Veronesi, I. - CRA nº 297/PR)

 
Pensamento do dia 30-05-2013

 OS FACTOIDES DO MODELO ECONÔMICO...

 A constante necessidade de tentar provar deste modelo econômico é a de que as pessoas podem apenas com auto estímulo e esforço exclusivamente próprio, sair de uma exclusão moral e/ou material levada pelas mesmas mazelas seculares. Mentira! A historinha de “Zeca Tatu” do nosso querido Monteiro Lobato prova ao contrário!  Ora, a maioria dos “desavisados”  tem um olhar focado aos efeitos de uma sociedade injusta e concentradora de riquezas, mas nunca nas verdadeiras causas das mazelas. Assim, para manter o desvio do raciocínio das “pessoas de cabeças não pensantes”, já que os “outros” não se deixam levar pelos adredemente preparados, aproveitam factoides para tentar justificar casos como os do Curitibano Rafael Nunes que foi fotografado pela gaúcha Indy Zanardo e rapidamente registrado pela Gazeta do Povo no dia 10 de março do corrente ano no Caderno Vida e Cidadania. O foco central da questão nunca foi também o fato de que uma sociedade pode fazer muito, tirando uma única pessoa dos vícios da rua e da pobreza, mas sim porque o rapaz “tem expressões nobres” e de boa aparência que vai melhorar o PIB da “mídia e afins” e que jamais deveria “estar sofrendo as durezas das sarjetas”. Em vez de campanha de “doação de agasalhos” aos excluídos em todos os invernos, na maioria rigorosos em Curitiba, por que não dar condições de melhoria global da qualidade de vida destes cidadãos, muitos dos quais trabalhadores de jornadas diárias que ultrapassam oito horas diárias. Ao invés de governos como o do Paraná ficar na “catimba” para dar um irrisório aumento de 6,42% em uma parcela aos servidores e professores, quando deixa milhares da categoria em protesto, paralizações e desgastes psicológicos junto à sociedade, “volta atrás” na tentativa de colher dividendos eleitorais nas próximas eleições. Será que o povo vai “engolir” mais esta do “guri mimado” que governa o Paraná, além daquela de quando era prefeito de Curitiba e disse que terminaria sua gestão à frente da municipalidade?  Quem está pagando a conta de um Haiti secularmente desmantelado pela França (130 anos na Ilha) e USA (37 anos, como base militar)? Acertou! Agora todos os países do mundo, direta e/ou indiretamente, tentando uma maneira de melhorar suas imagens do passado! (Veronesi, I. – simples pensador)         

 
A COMPOSIÇÃO POLÍTICA DO CONGRESSO BRASILEIRO

 - Os agentes do capital (interno e/ou externo) e corruptos, ambos trabalhando contra o país, já que lá estão a serviço dos próprios interesses, quando se locupletam com a desgraça da nação;

 - Inocentes úteis e idealistas, ambos se esforçando para perseguir aquilo que ilusoriamente considera como meta honesta, sendo os primeiros de imediato conduzidos pelas “cobras criadas” e os segundos com o tempo, diante de uma “visão inócua” do futuro passarão a fazer parte das “marias vão com as outras”.

 - Os “vivaldinos do jogral social” que embora sem nenhuma formação acadêmica (ensino fundamental, colégio e/ou universitário), vivem num universo permitido pelo “modelo”, valendo-se de habilidades corporais  e a comicidade, sendo eleito pelo povo na “esperança de mudanças sociais” ou como “votos de protesto”.

 - Os conspícuos de sólida formação moral, ética, saber e cultura, constituindo uma minúscula minoria; são guindados a cargos eletivos em face de uma sociedade esperançosa de mudança  e lá ficam no máximo durante um mandato, desistindo da permanência na “política” por uma “dura seleção natural” do meio.

 E o “povão” como fica? Ficando! Apenas há uma esperança. Se com o passar das décadas e até séculos, aquele resquício do bem  conseguir provar que a verdadeira senda do planeta terá que ser esta, então já temos aí um  “fio de esperança”.  (Veronesi, I. – um simples pensador – Ah! Se não existisse a “internet”.



[2] Ver a obra de John Perkins, Confissões de Um Assassino Econômico, Editora Cultrix, 2002.

terça-feira, 23 de abril de 2013


ESTADO MÍNIMO DOS CONSERVADORES

O Estado mínimo almejado pelos conservadores neoliberais é um mito! Mormente por que a instabilidade deste modelo é baseada em atividades financeiras marginais efervescentes, que ao “quebrar qualquer membro do circuito integrado”, seus efeitos são sentidos nas principais bolsas do mundo, levando “os endividados por empréstimos e financiamentos” ao desespero e a retração econômica com sérios prejuízos à classe trabalhadora, já que nela são debitadas as mazelas, tais como redução de salários e benefícios sociais, cortes orçamentários públicos de recursos financeiros para as áreas da cultura, saúde, ensino habitação, esporte e lazer e nunca sobre a redução dos lucros das empresas e bancos. A quebra do setor imobiliário, p. ex., adredemente preparada para sanear a economia dos USA é o exemplo mais enfático desse desiderato. O efeito naquele país do norte foi tão pernicioso que o Estado precisou emitir e injetar mais de 20 trilhões de dólares (afirme-se dinheiro do contribuinte!) no segmento financeiro (bancos, bolsas e mercados financeirizados) etc., para que o mesmo não fosse direto à “banca rota”, junto ao qual levaria todos os países ligados por “vias duplas abertas da economia” e “detenção de títulos podres”, à depressão mundial de largo espectro. O socorro aos bancos e empresas de grandes portes foram tão volumosos que os “experts” do modelo até hoje não sabem se o Estado americano emprestou este “mar de dinheiro”, que neste caso seria impagável, ou se estaria estatizando todos as organizações devedoras. Por isto, Estado mínimo nos moldes que os neoliberais brasileiros almejam nem os mentores intelectuais Friedrich Hayek (Escola Austríaca), Leopold von Wiese Ludwig von Mises Milton Friedman(Escola Monetarista, Escola de Chicago) recomendariam, por inviável. Aliás, este vai-e-vem entre privatizações e estatizações eu venho assistindo desde criança nos sucessivos governos brasileiros. Na verdade o Estado brasileiro sempre foi vítima dos “grandes esquemas políticos” quando “privatiza” as estatais mais rentáveis e lucrativas, sob os mais variados argumentos, bem como ao contrário quando uma empresa privada de grande porte está a “beira da quebra” obrigam o Estado a socorrê-la via BNDES, para mais tarde privatizá-la novamente. O que temos que considerar quando deparamos com a voracidade dos neoliberais ao patrimônio do Estado, não esquecer que alguns setores da economia de um país são inegociáveis por altamente estratégicos à Segurança Nacional. São eles petróleo, eletricidade, portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, minérios raros etc. Caso o Estado esteja ameaçado por um grande conflito interno ou uma invasão externa, se estes segmentos estiverem sob o comando privado, certamente a Segurança Nacional estará ameaçada. Sem contar que nestes segmentos o controle de preços é de suma importância para não desencadear uma inflação desenfreada. O importante é nunca esquecer que tudo é feito com o dinheiro dos tributos, portanto, dos contribuintes.   

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O DIA MUNDIAL SEM CARRO


O dia mundial sem automóveis particulares é uma medida salutar? É, todavia é uma iniciativa tardia e insuficiente, já que amaioria das cidades do mundo estão inchadas, com agravantes de que as mesmas estão circundadas por regiões metropolitanas. É preciso que se diga, embora fira os interesses de grupos econômicos que produzem bens de capital e consumo ligados às estradas de rodagens e afins. Um país que se preze e não tenha governantes corrompidos, títeres, mal intencionados ou lesa-pátria jamais optaria por uma matriz extremamente rodoviária como é o caso do Brasil. Vejam todos que hoje temos cidades médias e grandes com excesso de veículos particulares, sendo que a maioria transita com uma única pessoa, ou seja, o condutor. Mas, a principal indagação que se faz é a seguinte: os governantes errraram em seu modelo viário? Claro que não! Errar é cometer um equívoco quanto à escolha de algo no campo social ou econômico, p. ex., não sendo o caso de governantes de um país que sabe perfeitamente se um ou outro projeto é indicado, eficaz e tem um custo menor ou maior. Segundo os especialistas em mobilidade urbana, entre cidades e zonas rurais, melhor transporte e o ferroviária e aquaviário justamente por que são mais impos e menos poluentes. Curitiba, p. ex., cidade agradável e limpa do ponto de vista ambiental, entrou neste primeiro século do terceiro milênio com uma superpopulação de veículos particulares, ou seja, um carro para cada 1,3 (um virgula três) habitante, portanto, segundo o IBGE e DENATRAN com a colossal cifra de 1.315.305 veículos. E porque isto aconteceu? Exatamente por que nunca tivemos transporte de massa de boa qualidade. Os veículos particulares devem ter como teto sem risco um terço da população das cidades, ou seja, numa cidades com um milhão de habitantes no máximo 350 mil veículos particulares. Quanto falamos em melhores meios de transporte como citamos na ordem de importância: primeiro o aquaviário, segundo o ferroviário e por último o rodoviário. Como habitante de Curitiba há mais de trinta anos que ouço falar na opção pelo trem metropolitano subterrâneo; embora seja limpo e eficaz o Metrô é um dos mais caros, já que exige inúmeras desapropriações, enornes e profundas escavações e concretagens, sem contar os trilhos e as locomotivas etc., que levam anos e até décadas para sua finalização. Mas qual é a melhor opção para Curitiba hoje com 1.750 (um milhão, setecentos e cinquenta mil)[1] habitantes na cidade e quase 3.000 (três milhões) na região metropolitana? Acho eu que seria e os trens elétricos de periferia norte/sul e leste/oeste e dispondo a urbe de boas e largas ruas e avenidas os trens aéreos que seriam sustentados por robustas colunas de concreto e um só trilho, com a possibildade ainda do aproveitamento do espaço em baixo para outras atividades urbanas.                                





[1] Estatística do IBGE – Cidades@, 2010.