quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

PENSAMENTOS DO DIA...

NADA SERÁ ENCOBERTO NA FACE DA TERRA...
30 de dezembro de 2010

Segundo os profetas que interpretam a Palavra do Creador, não existirão segredos na face da terra, nem mesmo os escritos e objetos guardados nas tumbas dos Faraós. Os atos e ações em benefício da humanidade serão de livre circulação entre os homens; todavia os de jugo e opressão, mesmo os sub-reptícios, um dia serão revelados para o conhecimento de todos do planeta. (Veronesi, I.)
No mesmo dia

ENFOQUE SUCINTO DO CONCEITO DO NEOLIBERAL CAPITALISMO

Modelo sócio-econômico dentro do qual os detentores dos grandes capitais, inconformado com a perda de seus privilégios em face das mutações consumistas da comunidade de países, procuram montar mecanismos de proteção para manter as rentáveis conquistas, mas elaborando outros para ampliá-las, já que “capital e trabalho” nunca se harmonizaram, onde o último se mantém em parceria escravagista, porquanto países asiáticos pagam seus operários (escravos brancos) a menos de 1,5 (um e meio) dólares por dia e sem nenhuma garantia sócio/trabalhista, bem como fazem de sua grande produção, muitas das quais apenas quinquilharias, apenas “corretagem” para os intermediários/especuladores representantes dos mantenedores dos “sistema”. (Veronesi, I.)

domingo, 26 de dezembro de 2010

PENSAMENTOS DO DIA...

Dia 29 de outubro de 2010-10-29

“BEM AVENTURADAS AS NAÇÕES QUE TEM SEDE DE “TROPAS HUMANAS E SOLIDÁRIAS” PARA RECUPERAR OS IRMÃOS TERRENOS ERRANTES E DESVALIDOS, ASSIM JAMAIS PRECISARÃO DE “TROPAS DE ELITE”. (Veronesi, I.)

PENSAMENTO DO DIA

FAÇA O QUE EU DIGO NÃO FAÇA O QUE FAÇO...

O USA estão atravessando a maior crise ético/financeira desde a constituição como país continental, já que em 1.803 a Luisiana foi comprada da França por 15 milhões de dólares. Para a complementação dos restante de seu território o país do norte anexou, sem indenização, o Texas em 1845 e os Estados do Arizona e Novo México com fim da guerra Mexicano-Americana, o segundo simplesmente foi anexado em 1848, e o primeiro neste ano passou ao controle dos USA, para em 14 de fevereiro de 1912 ser elevado à categoria de Estado americano. Os quatro territórios praticamente foram somados à Nação Americana em formação em recentes séculos passados, sem que no caso do México tivesse este podido discutir a subtração de seu território em qualquer Tribunal Internacional. Esta é uma das razões por que vemos ao longo do Rio Mississípi nas imediações dos Estados que este banha inúmeros vestígios deixados pelos franceses, com ênfase nos nomes das cidades, vilarejos, hábitos, cultura etc. A diferença entre o Brasil e o país do norte é que em 1800 aquele detinha a metade do seu território, enquanto o Brasil já tinha o tamanho que tem hoje.

domingo, 24 de outubro de 2010

O ESBULHO JAMAIS SERÁ ESQUECIDO...

Pensamento do dia 24-10-2010

Será que todo mundo já refletiu sobre as péssimas condições sociais, materiais e psicoespirituais do povo haitiano. Por que o mundo tem seu foco só em cima dos efeitos presentes, nunca analisando as verdadeiras causas dos grandes males terrenos? Será que os defensores do modelo botaram a “mão na consciência” para refletir que os povos do mundo inteiro já sabem quem são os “verdadeiros algozes” dos países pobres? Basta que nós rememoremos à história daquela pobre ilha para constatarmos que a mesma foi colonizada e dominada pela França durante mais de 130 anos, ou seja, desde 1.776, nunca tendo organizado uma verdadeira democracia, já que essa não era a sua intenção. Entre a deposição do último ditador francês, Jean-Pierre Boyer em 1.830 e a invasão dos norte-americanos para cobrar a “Dívida Externa”, foram 21 governantes que morreram tragicamente. Os norte-americanos tomaram de assalto a Ilha, devastaram-na e lá ficaram durante 30 anos, isto é, de 1905 até 1934 sem nada construírem, mas tão somente mediante o domínio de seus poucos recursos. O escritor uruguaio Eduardo Galeano conta com rara riqueza de detalhes a dramática história da Ilha através de seu famoso relato que lhe intitulou La Maldición Blanca de 04 de abril de 2004 no Jornal Buenos Aires, p.12. Agora eu pergunto ao mundo, não seria melhor que as nações "mais adiantadas" respeitassem a soberania dos Governos da Ilha apenas ajudando a seguirem o seu digno destino, do que 200 anos depois, após serem vitimados por um terrível terremoto, ter que acudí-los com espórtulas como que movidos por forte sentimento de remorso. (Veronesi, I.)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

PENSAMENTO DO DIA...

Dia 13 de outubro de 2010

O SOFRIMENTO DOS MINEIROS DO CHILE...

Os pobres e aguerridos mineiros do Chile devem ter atenção e tratamento que estão tendo? Claro que sim! E muito mais! Mas, não só quando do salvamento de suas vidas, mas em todos os dias de sua árdua e insalubre lida diária há muitas centenas de metros ao fundo da Terra. Entretanto, não é assim que acontece! Por vezes, ficam esquecidos anos e anos, só sendo alvo de notícias quando suas vidas estão em perigo ou se rebelam e vão à greves em face das adversas condições de trabalho. Eles (os do Chile) tem uma remuneração de apenas U$ 1.000 (mil dolares) mensais, todavia não as garantias e as vantagens que os do Brasil[1], já que muitos consideram uma profissão amaldiçoada. E por que os mineiros do Chile estão sendo alvo de toda atenção? Em primeiro lugar porque aquela nação vem de uma Gestão da Michelle Bachelet (socialista) bem sucedida, embora vítimas de catástrofes naturais. Na verdade, o modelo nunca valoriza o homem como “centro das atenções em todos os momentos de suas vidas”, mas tão somente quando na iminência de perderem suas vidas. Em segundo porque o “furo de reportagem” é a “mola mestra” da “mídia”, cuja oportunidade não pode ser esquecido, já que isto fazem-nas serem alvo do interesse do mercado. A “relação de consumo” no espaço do “marketing” televisivo está em primeiro lugar; os fatos e notícias embora socialmente relevantes são apenas apêndices. Ataques e guerrilhas diárias da milícia contra contra traficantes e bandidos nas favelas dá boas manchetes, todavia a execução continuada de programas de urbanização, saneamento básico, assistencia médica e a evidencia da melhoria de qualidade de vida, não! (Veronesi, I.)

[1] http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=12318

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

ELEIÇÕES GERAIS NO BRASIL? QUE FESTA!

A “mídia” brasileira diz que é a “festa da democracia”. Eu diria que é a “festa da corrupção”. Acho que o povo brasileiro alcança este raciocínio com facilidade. Se não, vejamos. Por que afirmo que é a festa da corrupção. Todos sabemos que campanha eleitoral para levar um candidato ao sucesso tem um custo alto. Dizem os especialista em “marketing eleitoral que a eleição de um deputado estadual não sai por menos de 500 mil reais e de um federal por dois milhões de reais. A “mídia televisiva” paranaense divulgou que as campanhas dos dois candidatos a Governador do Paraná deve custar por volta de 80 milhões de reais. Claro que todos devem perceber que a maioria dos candidatos não tem essa importância para custear suas campanhas. Então, quem financia as suas respectivas campanhas? Todos sabem que ainda hoje ela sai de doações de pessoas físicas e jurídicas (empresas e particulares). Segundo o Tribunal Eleitoral todos os valores doados devem ser declarados, inclusive sua procedência. Os valores doados na maioria é declarada, todavia sua procedência, não; e quando o são, seus doadores e repassadores são “laranjas” e informais para não possa haver a “ligação entre donatários e seus verdadeiros doadores”. Assim, fica difícil o país ter uma eleição séria, já que todo dinheiro envolvido são de procedência duvidosa, envolvendo invariavelmente o “toma lá e dá cá”, saindo-se melhor quase sempre quem tem mais dinheiro, mesmo de procedência clandestina e criminosa Esta é a principal razão porque o “financiamento de campanha eleitoral precisa ser urgentemente regulamentado de forma rigorosamente transparente através de um “fundo de campanha” onde todos os candidatos “ficha limpa” do mesmo escalão tenham as mesmas oportunidades de recursos/financiamento. O “Fundo” de natureza pública, terão membros dirigentes indicados pela sociedade, como pessoa jurídica de “direito privado”, pode ser provido por verbas públicas e privadas, internas e/ou externas, todavia de forma inominada, ou seja, jamais poderá ser conhecido seus provedores, repassando os recursos ao Partido que os administrará e distribuirá equitativamente aos candidatos que estejam no mínimo há dez anos na legenda. Os partidos devem organizarem-se de forma ideológica e séria e o encaminhamento das matérias e votações devem seguir a orientação dos mesmos. Os candidatos que divergirem da orientação do Partido deverão ser recriminados com sanções morais e/ou financeiras, todavia com direito de se desligar de seu quadro. Na verdade todas as “morbidades sociais” são decorrente de valores espirituais e educacionais abandonados já na infância por famílias desestruturas acossadas por um Estado, cujo modelo está no caminho errado. A verdadeira Democracia é aquela onde todos os valores humanos, materiais e espirituais são ponderados para se obter uma sociedade justa e igualitária. (Veronesi, I.)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

AS PRIVATIZAÇÕES NO ESTADO NEOLIBERAL

As privatizações no Estado neoliberal é outra forma de esbulho do contribuinte que tem sua cidadania vilipendiada. Além da dolosa subavaliação do patrimonio das Estatais, existem ainda as régias corretagem carreadas para os grupos aliados ao “Poder” que depositam suas "rendas" em bancos de paraísos fiscais. Todo cidadão que se preza deve entender que toda “organização descentralizada” teve sua formação com recursos financeiros públicos, isto é, na verdade oriundos dos contribuintes que sustentam o Estado. Portanto, quaisquer atentados nesse sentido é roubo e traíção abjeta que deve ser punido com severa prisão. Por outro lado, ninguém ressalta que uma empresa estatal bem administrada sem interferência política traz muitos benefícios que a privada não dá, isto é, o controle dos preços, o subsidio aos usuários e consumidores mais pobres (distribuição indireta de riqueza), além do carreamento dos eventuais lucros (resultado positivo) na redução de preços e tarifas. Além disso, as privatizações devem ser seletivas, isto é, devem ser alvos desta medida os setores que não estão sujeitos à exaustão e/ou que ponham em risco o provimento interno e a segurança nacional em termos de soberania. Para se conseguir empresas estatais eficientes e eficazes é fácil? Claro que é! É só modificar a Constituição Federal e baixar uma “lei nacional” (Lei Complementar) disciplinando rigorosamente o funcionamento das organizações estatais, sejam elas de quaisquer natureza (economia mista, fundação, empresas públicas etc.) e, principalmente, a vedação incondicional da interferência política no seu comando, além do provimento de seus dirigentes e quadro de servidores providos exclusivamente pelo “Sistema do Mérito”., ou seja, Concursos Públicos. Gestores Públicos nomeados por critérios políticos e/ou apadrinhamento é o “cancer insidioso” até hoje não combatido na administração pública brasileira. (Veronesi, I.)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O ÔNUS DO ESTADO versus CARGA TRIBUTÁRIA

O que o cidadão de uma Nação que quer melhorar a qualidade de vida precisa perceber é que existe uma relação muito íntima entre as duas situações citadas. É extremamente ilusório pensar que uma Nação juridicamente organizada, ou seja, o Estado com sua estrutura institucionalizada, possa se sustentar sem receita financeira. E ela (a receita) precisa ser saudável, isto é, oriunda de fontes que não venham trazer vínculos onerosos ao Estado. Se a Receita financeira, p. ex., advir de cobrança de tributos a mesma poderá ser aplicada em obras e ações e aí se consuma a finalidade filosófico/legal da presença do Estado. Se não, ou seja, se a referida Receita Financeira advir de empréstimos e/ou financiamentos de instituições financeiras públicas ou privadas, dela se desprenderá duplo compromisso, isto é, primeiro a aplicação dos recursos financeiros emprestados/financiados e posteriormente o pagamento dos credores. Aí vem a indagação como conseguir que o Estado tenha recursos financeiros suficientes, sem empréstimos/financiamentos, para realizar suas obras e serviços? Só existe um caminho para se obter este resultado, ou seja, é cobrar justa e corretamente os tributos de todos que devam contribuir para suportar o ônus do Estado, sem o que, no caso dos municipios, estes ficarão na espera de Transferências Governamentais cada vez mais crecentes ou se jogarão nos empréstimos/financiamento das Instituições fianceiras com pesados encargos contratuais que certamente irão sobrecarregar sua capacidade de endividamento. O grande problema dos tres âmbitos no Estado brasileiro os mesmos não conseguem cobrar os tributos de todos, ficando sempre o ônus cada vez mais pesado para os contribuintes que pagam espontaneamente seus tributos. Por outro lado, quando se fala em “carga tributária” afirmamos logo que a brasileira é a mais pesada, já que chegou a bater na casa dos 40% (quarenta) por cento do PIB. Nós sabemos disto simplesmente por que os idealizadores da fórmula “PIB dividido pela Arrecadação de tributos” não perceberam que a mesma apresenta um falso resultado. Ora, se o PIB é o montante de toda riqueza produzida pelo país num dado período, ou seja, de um ano e este é divido pelo total da arrecadação do mesmo período. Se sabemos que muitos valores gerados no país são informalizados e/ou sonegados, portanto não alcançados pela “Contabilidade Nacional”, teremos certeza de que o percentual resultante da fórmula também se alterará. (Veronesi, i)