terça-feira, 6 de outubro de 2009

PENSAMENTOS DO DIA

DA COMPREENSÃO CÓSMICA
Dia 05-10-2009
Muitos “trabalhadores midiáticos” brasileiros, em especial das maiores redes televisivas e jornais do passado aliados e alinhados ao modelo econômico desde a “Revolução Industrial” no mundo, citam a China e outros “tigres asiáticos” que “progrediram” porque adotaram o “regime neo-capitalista” como modelo econômico ideal. Esquecem os néscios que existem países que estão há muitas décadas e até séculos jazendo no “modelo” quando não conseguem a inclusão decente de pelo menos 10 a 20% de sua população. E porque isto acontece? Por que a “pirâmide social” vai se afunilando até a exaustão total das “forças produtivas do trabalho”. Assim, o que adianta o avanço econômico e tecnológico de uma China, p. ex., que tem por volta de 1.300 (um bilhão e trezentos milhões) de habitantes trabalhando arduamente com poucos “direitos sociais”, todavia por volta de apenas 10% por cento desfruta de uma vida materialmente melhor? Aliás, por falar em países populosos, o que seria de uma China e da Índia, p.ex., se as mesmas viessem a serem vitimas da disseminação célere de vírus e/ou bactérias mortais e ainda sem vacinas? Certamente esta exportaria para todo mundo a dizimação da humanidade! Portanto, distribuir “riqueza material e espiritual” é distribuir “saúde e paz”. Pensem nisto! (Veronesi, I.)

GUERRA FISCAL: manobras dos legisladores desonestos
 
A “guerra fiscal” entre municípios, Estados e até nações é muito comum desde os tempos remotos, já que “levar vantagens em tudo” de forma desleal e ardilosa é considerado mecanismos só dos “inteligentes”. O “congresso nacional” esboçou uma tentativa de conter tal prática lesiva a outros entes da Federação, quando um ganhador deixa um perdedor em situação financeira crítica. No Estado do Paraná, p. ex., tivemos no passado as notáveis atrações das multinacionais, em especial de montadoras, a custo zero de tributos por no mínimo 10 anos, além do ônus insolvível com infraestruras onerosa deixadas aos municípios e aos Estados da Federação. Ora, conceder benefícios desta ordem a capitais estrangeiros em troca de um nome e de poucos empregos só é possível em países onde a “mídia” leva ao povo noções distorcida de outra realidade. Cada real (R$) empregado no agronegócio, p. ex., gera três vezes mais empregos sem deixar ônus para o Estado brasileiro. Quem ainda não se convenceu disto que leia e reflita no conteúdo da obra do norte-americano John Perkins em “Confissões de um Assassino Econômico”, Editora Cultrix. São Paulo, 2005. (Veronesi)          

Um comentário:

  1. Será que não existe ninguém que ainda tenha o brio de me contestar ou apenas comentar? Veronesi

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