terça-feira, 27 de outubro de 2009

EU TENHO VERGONHA...

EU TENHO VERGONHA...

- Eu tenho vergonha de um mundo onde o ser humano foi posto em último lugar...
- Eu tenho vergonha de um mundo onde os milhares de trabalhadores são obrigados a morar em favelas...
- Eu tenho vergonha de um mundo onde a família foi considerada ultrapassada...
- Eu tenho vergonha de um mundo onde as oportunidades de progresso são reservadas para quem não freqüentou bancos escolares...
- Eu tenho vergonha de um mundo que foge ao enfrentamento da verdade na busca de álibis para seus erros...
- Eu tenho vergonha de um mundo onde a informação verdadeira, tão importante para a orientação de um povo, é manipulada por grupos de interesses mal intencionados...
- Eu tenho vergonha de um mundo onde profissionais imprescindíveis para a vida do ser humano e da sociedade são trocados por aqueles que lidam com a especulação da economia e financeirização...
- Eu tenho vergonha de pessoas que manipulam consciência de um povo para só exaurir suas riquezas nacionais...
Eu tenho vergonha de políticos que tem despeito daqueles que querem conduzir um pais de forma justa e correta...
- Eu tenho vergonha de um povo onde a decência e honestidade ficou fora de moda...
- Eu tenho vergonha de um povo onde a religiosidade só está do lado dos poderosos para ressaltar valores fúteis...
- Eu tenho vergonha de dirigentes públicos que não valoriza o "sistema do mérito", em troca de bajuladores e transações políticas...
- Eu tenho vergonha de um povo que não reconhece que o banditismo e a marginalidade não vem de geração espontânea...
- Eu tenho vergonha de um mundo que só dá aos necessitados esmolas materiais, não dividindo o produto da Nação de forma justa e correta...
- Eu tenho vergonha de pertencer a uma sociedade onde seus falsos líderes não ousam “bater de frente” com poderosos nacionais e internacionais para não perder as vantagens prometidas...
- Eu tenho vergonha de usar meu saber para sensibilizar sentimentos de um povo que há muito está perdido em seu caminho...
- Eu tenho vergonha de pensar em países paupérrimos que foram esbulhados pelos mesmos que hoje ainda mantém a política da opressão...
- Eu tenho vergonha de pertencer a um país cujos governantes desistiram conscientemente de uma reforma agrária “séria e honesta”, dando lugar ao êxodo de hordas imensas de flagelados para a periferia das cidades...
- Eu tenho vergonha de pensar que as “favelas das cidades” são as “causas primeiras” da delinqüência de seres humanos que não tiveram oportunidades decentes na urbe...
- Eu tenho vergonha de saber que o ecossistema está se degradando pelas mesmas causas da deseducação e falta de oportunidades dignas dos povos...
- Eu tenho vergonha de pensar que um povo exaurido e debilitado é hospedeiro em potencial de doenças transmissíveis e que estas não tem fronteiras...
- Eu tenho vergonha de pensar que assim caminhando o “fim do planeta” será decisivo e os “dirigentes deste modelo” ainda não se convenceram de que é melhor “viverem com um pouco menos” do que todos perecerem pela “mesma causa”...
- Eu tenho vergonha de pertencer a um “mundo de poderosos” que ainda usa a “força" (moderna) que usavam os “trogloditas das cavernas” para massacrar seus adversários...
- Eu tenho vergonha de pertencer a um mundo onde o homem precisa destruir seu próprio corpo para combater “invasores indesejáveis” em seu território...
- Eu tenho vergonha de pertencer a um mundo onde a plutocracia forja "líderes títeres" para ludibriar a consciência dos cidadãos do mundo...
- Em fim eu tenho um misto de vergonha e medo de pensar que um dia possa eu não ter mais sensibilidade para sentir as “mesmas vergonhas” que ainda sinto...


Um humilde pensador...

Ivan Veronesi

terça-feira, 6 de outubro de 2009

PENSAMENTOS DO DIA

DA COMPREENSÃO CÓSMICA
Dia 05-10-2009
Muitos “trabalhadores midiáticos” brasileiros, em especial das maiores redes televisivas e jornais do passado aliados e alinhados ao modelo econômico desde a “Revolução Industrial” no mundo, citam a China e outros “tigres asiáticos” que “progrediram” porque adotaram o “regime neo-capitalista” como modelo econômico ideal. Esquecem os néscios que existem países que estão há muitas décadas e até séculos jazendo no “modelo” quando não conseguem a inclusão decente de pelo menos 10 a 20% de sua população. E porque isto acontece? Por que a “pirâmide social” vai se afunilando até a exaustão total das “forças produtivas do trabalho”. Assim, o que adianta o avanço econômico e tecnológico de uma China, p. ex., que tem por volta de 1.300 (um bilhão e trezentos milhões) de habitantes trabalhando arduamente com poucos “direitos sociais”, todavia por volta de apenas 10% por cento desfruta de uma vida materialmente melhor? Aliás, por falar em países populosos, o que seria de uma China e da Índia, p.ex., se as mesmas viessem a serem vitimas da disseminação célere de vírus e/ou bactérias mortais e ainda sem vacinas? Certamente esta exportaria para todo mundo a dizimação da humanidade! Portanto, distribuir “riqueza material e espiritual” é distribuir “saúde e paz”. Pensem nisto! (Veronesi, I.)

GUERRA FISCAL: manobras dos legisladores desonestos
 
A “guerra fiscal” entre municípios, Estados e até nações é muito comum desde os tempos remotos, já que “levar vantagens em tudo” de forma desleal e ardilosa é considerado mecanismos só dos “inteligentes”. O “congresso nacional” esboçou uma tentativa de conter tal prática lesiva a outros entes da Federação, quando um ganhador deixa um perdedor em situação financeira crítica. No Estado do Paraná, p. ex., tivemos no passado as notáveis atrações das multinacionais, em especial de montadoras, a custo zero de tributos por no mínimo 10 anos, além do ônus insolvível com infraestruras onerosa deixadas aos municípios e aos Estados da Federação. Ora, conceder benefícios desta ordem a capitais estrangeiros em troca de um nome e de poucos empregos só é possível em países onde a “mídia” leva ao povo noções distorcida de outra realidade. Cada real (R$) empregado no agronegócio, p. ex., gera três vezes mais empregos sem deixar ônus para o Estado brasileiro. Quem ainda não se convenceu disto que leia e reflita no conteúdo da obra do norte-americano John Perkins em “Confissões de um Assassino Econômico”, Editora Cultrix. São Paulo, 2005. (Veronesi)          

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

SERVIÇO PÚBLICO OU PRIVADO? EIS A QUESTÃO!

 
No dia 14 de junho (2009) próximo passado assisti decepcionado na Redeviva a entrevista com o interlocutor do Secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro Sr. Regis Velasco Flichtner Pereira a afirmação de que o Aeroporto do Galeão (Tom Jobim) só iria funcionar bem depois que fosse privatizado.
Doce ilusão! Quem não presenciou neste e noutros países, nas últimas décadas, a quebra total de inúmeras organizações privadas por má gestão intencional de megaempresas como, p. ex., o Banco Bamerindus aqui (ex-Banestado) e as gigantes WorldCom e a General Motors Company nos USA, a Parmalat na Itália, para não citar muitas, todas socorridas pelo Estado nacional. Nos EUA o volume injetado nas citadas empresas foi tão grande que se perguntava se houve estatização ou apenas empréstimos impagáveis com dinheiro do povo (contribuinte)? Esquecem os aliados da privatização irrestrita (privataria) que o desvio de conduta, ou seja, a imoralidade administrativa é inerente ao homem de um modo geral, e não está presente apenas em um ou poucos segmentos da atividade humana.
Por incrível que pareça esse interesse passou a fazer parte de certas correntes dos dirigentes deste país de poucos anos para cá. Como a “mídia” colabora com todo e qualquer fato ou notícia desta espécie, já que naquelas estão presentes o lucro, a mais valia e/ou vantagens de quaisquer espécies inconfessáveis, esta opção entrou no “inconsciente coletivo” do povo brasileiro pela massificação nos “meios de comunicação” e passou a fazer parte do cotidiano.
Tudo está interligado e nós podemos perceber que este movimento privativista coincidiu com a famosa “globalização” enfiada “goela a baixo” a todos os países fracos, já que os fortes estavam perdendo avanços, inclusive aos radicalmente contra a mais esta “jogada” do grande capital internacional.
É preciso dar um basta nestas “bravatas cíclicas” típica de um “modelo já esgotado”. O mundo não pode e não deve se submeter ao jogo de interesse fraudulentos da hegemonia binária anglo/neo-americana, apoiado por alguns que ficam com as sobras destas vantagens!
Ora, todos sabem que a qualidade de qualquer atividade, seja pública ou privada, depende da cultura e educação de um povo, mais do que qualquer “outro valor” subjacente na “pseudocivilização” atual. A crise do Senado é um exemplo típico de políticos ultrapassados encastelados no “poder” há décadas, permanecendo no jogo de troca-troca achando que “podem fazer tudo” o que faziam ao tempo em que todos os “cargos e funções” no Serviço Público eram distribuídos aos afilhados e apaniguados em “troca da amizade e de favores”.
Portanto, está “balela” de que sendo privada a estrutura operacional é mais eficiente e eficaz e o funcionário trabalha mais motivado e satisfeito, não tem nenhum fundamento na psicologia social, já que o Estado brasileiro paga melhor, pois condigno com a realidade brasileiro e ainda mantém um tratamento um pouco mais humano nas “relações do trabalho”.
É claro que nem tudo “são flores” no Serviço Público, em especial quanto à profissionalização, a eficiência e eficácia, mas a sentir hoje pelo rigor dos “bons concursos públicos” certamente algum dia a melhora virá. Na verdade, a operacionalidade eficiente e eficaz se faz através de um gerenciamento que inclua em suas metas programas de acompanhamento integral e holístico, desde assistência social, psicológica e médica extensiva às pessoas da família, planos de carreira e valorização do servidor até a sua aposentadoria, sem a interferência e promiscuidade do “Setor Privado”.
A falência
[1] incessante e progressiva dos empreendedores que se formalizam nas Juntas Comerciais dos Estados é uma prova inequívoca de que não existe um estudo rigorosamente cientifico e confiável de que este “modelo econômico” tende a se perpetuar. O rigor no gerenciamento e controle das organizações através da “cascata de comando” é de suma importância, desde o “mandatário maior” até o mais humilde servidor.
A prova de minha assertiva está no seguinte questionamento. Quais as empresas que estão hoje sob o crivo de uma imensa avalanche de reclamações nos “Procons” de todo o país? Sabem? São justamente os grandes seguimentos de serviços hoje mantidos por estatais privatizadas, como a eletricidade, a telefonia e o saneamento de águas, sem contar outras mais, como por exemplo, os planos de saúde e a seguridade privada, sendo que as duas últimas estão cada vez mais distantes do alcance das classes média/médio-baixa no país.
Quando se fala em produção de bens e serviços, o que interessa é preço acessível e a satisfação do consumidor, razão última da existência da mercancia. Se formos falar em organizações públicas e/ou privadas eficientes e eficazes poderemos citar inúmeras, que pela quantidade não se recomenda fazê-lo.
Desde 2008 estamos assistindo estarrecidos a quebra do “sistema financeiro” norte-americano, levando em “efeito dominó” o reflexo a todos os países ligados por canais estreitos de negociações. E o que pior esta “financeirização” ou “febre por especulação financeira” sempre veio em prejuízo das atividades produtivas internas, estas sim saudáveis por conter em seu bojo o fortalecimento das economias nacionais e a conseqüente geração de muito mais empregos.
A bem da verdade, todos os bancos estatais só não prestavam bons serviços aos usuários quando submetidos a injunções políticas . E nós sabemos sobejamente que existiram bancos tradicionalmente privados que passaram a prestar maus serviços até serem engolidos por outros de maior poder, sempre com o beneplácito do Banco Central do Brasil. Sabem por quê? Porque quem gere estas organizações privadas tem a mesma formação moral das estatais que prestam maus serviços. Nas últimas cinco décadas vi neste país mais de duas dezenas de bancos serem fundidos e/ou engolidos por outros pelos mais variados fundamentos.
Este açodamento em busca da “privataria”, ou melhor, da privatização passou a ser idéia fixa de certos dirigentes dos últimos governos, sob alegação de que a “globalização” impunha tal procedimento e de que também era uma condição imposta pelo FMI para atender algumas de nossas necessidades. O que é uma verdade relativa
[2], pois aquele órgão internacional, a serviço de grandes capitais estrangeiros, já despejou imensa soma de dinheiro em muitos países do terceiro mundo, fazendo apenas a exigência de que a aplicação dos empréstimos e seu monitoramente fossem feitos por Delegados (Auditores) periodicamente.
Acho que vocês perceberam que o FMI só empresta dinheiro aos os países arruinados, mas que ainda oferece retorno aos seus empréstimos, certo? Porque não investem em alguns países flagelados de uma África exaurida? Porque estes jamais vão poder lhes pagar os recursos emprestados. O Brasil sim, interessa, pois é um imenso território de 8.872m2 fertilíssimo e com imensos recursos vegetais e minerais!
Mas, voltemos, ao tema. Qual é o exemplo mais flagrante de que a “privataria” desregrada é perigosa? Acertaram! é a Rússia, país com imensa riqueza, mas que lamentavelmente encontra com sua economia em frangalhos.
Sou ferrenho opositor ao modelo comunista imposto àquele país a partir de 1917 que jamais daria certo, mas certamente existe um modelo intermediário ideal para a harmonia entre capital e trabalho, já que este é até autocapitalizavel e sustenta uma sociedade saudável.
Na última eleição para presidente da República da Rússia, um de seus candidatos, ao se referir às “privatizações russas”, afirmou que lá tudo foi roubado de forma vergonhosa pelos novos ricos que retornaram ao país. Hoje a Rússia com sua imensa potencialidade de recursos minerais e extensão territorial atravessa uma das maiores fases de miséria e prostituição de seu pobre povo.
É importante que se evidencie que qualquer atividade seja pública ou privada deve ser controlada e auditada periodicamente por um Estado moralmente forte
[3], uma vez que nenhuma delas fica fora da cobiça incessante do homem terreno.
Todos sabem que até condomínios imobiliários, não se esquecendo do Congresso Nacional, são alvos dos aventureiros mal intencionados na busca de vantagens e valores fáceis, já que trabalhar árdua e honestamente não é da sua índole.

[1] Ver empresas falidas em 200 PR em http://www.juntacomercial.pr.gov.br/arquivos/File/Falidas_2008.pdf[2] Ou uma proposição mal-intencionada.[3] Algumas “auditorias privadas independentes” vivem em promiscuidade com a Direção das organizações.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

EXCLUSÃO E VIOLÊNCIA

Pensamento de 17-setembro-2009
“A toda ação corresponde uma reação igual e contrária” ou “a toda reação corresponde a uma reação de mesma intensidade em sentido contrário”. Esta lei revelada por Galileo e confirmada por Newton pode ser também aplicada aos fatos sociais. Ora, se v. provoca ou toma alguma coisa de alguém, a mesma sentindo-se prejudicada, vai reagir de forma contrária. Essa é a LEI! Assim sendo, a exclusão e a marginalidade sobre as pessoas, são levadas estas a reagiram desta forma. O homem expulso do campo ou zona rural, sem nenhuma compensação e/ou assistência estatal, vão formar os grandes “bolsões de pobreza”, guetos e/ou favelas nas periferias das cidades; estas pessoas, por sua vez, vivendo em amontoados humanos, sem preparo educacional, procriando em promiscuidade em busca de sobrevivência, geram crianças e adolescentes potencialmente inclinadas à meliância e num segundo estágio ao banditismo e a violência urbana. Ainda temos que distinguir dois tipos de reação social: os grupos que se revoltam subtraindo bens materiais para a satisfação pessoal e grupos organizados conscientes da necessidade de mudanças sociais e políticas neste “modelo”, às vezes reagindo belicosamente para atingir seus objetivos, como é o caso das FARC-EP na Colômbia (ver em http://resistir.info/) Portanto, não existem bandidos e marginais de “geração espontânea”; a causa primeira é sem dúvida a ausência total de uma sociedade egoísta e injusta. (Veronesi, I.)

DA INCLUSÃO SOCIAL...

 
De inicio jamais podemos confundir “favoristimo de classes” com “inclusão social”. Num país onde os detentores do “poder político” sempre estiveram com a moral em franca deterioração, determinada “classe” se corporifica e obtém do governo privilégios irrecusáveis em face dos maus exemplos. Quem ainda dúvida que os “famosos marajás” apontados por Collor foram exterminados? Temos ainda hoje nos “três poderes” indivíduos desqualificados, desidiosos e até mesmo “fantasmas” que figuram com altíssimos salários em suas “Folhas de Pagamento”. E os grandes fraudadores dos cofres públicos foram todos punidos exemplarmente!? Lembro-me muito bem de um repórter policial que “cheio de moral” quis dar um “banho de compostura” em um bandido na cadeia quando o mesmo “virou” para o repórter(zinho) e lhe disse: “fiz isto (matou o comparsa) e faço novamente porque você não conhece minha vida de perseguição e sofrimento e os que estão lá em cima roubam diariamente e ainda ri do povo!” Quem não leu sobre a “Revolução Francesa” em que pessoas honestas de boas intenções foram decapitadas? E o “golpe militar de 1964” que perseguiu e dizimou pessoas que defendiam a moralidade e uma sociedade mais justa!? Então porque o MST desfruta de privilégio neste país? Primeiro porque uma verdadeira “Reforma Agrária” nunca foi levada a sério por todos os governos desde o Brasil Imperial. A “função social” da propriedade prevista na CF é uma farsa, pois só predomina a “função especulativa”. O MST sabendo que é um movimento uno e organizado cobra do “governo que se diz de esquerda” e desmoralizado a troca das terras que nunca tiveram por outras regalias sociais menos onerosas e vão levando a vida. (Veronesi, I.)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pensamento do dia!

TRIBUTO AO POVO
Dia 14-08-2009 (6ª feira)
Não existe condição mais abominável neste mundo do que atribuir a uns um “fardo pesado” e a outros não. Por isso, um pai leniente com um filho enquanto com outro não é o mesmo que o Estado com os seus concidadãos. Assim sendo, direito e obrigações são para todos, se não em matéria de tributos incorreremos no espancamento de dois “sagrados princípios”, inclusive constitucionais; o primeiro da “isonomia”, ou seja, o da igualdade entre as pessoas e o segundo o da “capacidade econômica”, isto é, de acordo com os proventos de cada um. Por isso que sempre afirmo que a verdadeira “justiça fiscal” se faz através de uma fórmula aritmética muito simples, isto é, “determinar que todos paguem justa e corretamente seus tributos para que se possa cobrar menos de cada um”. (Veronesi, I.)